sábado, 29 de junho de 2013

Perdão para nós mesmos ¨Mudemos nossas vidas e tudo mudará ao nosso redor.¨


 




  Se se  sente  infeliz,  remoendo  faltas pretéritas pensando não serem elas, dignas do perdão de nosso Pai Celestial, é hora de começar a perdoar a si mesmo.

  O  Cristo  nos  concitou  a  amar  ao  próximo  como  a  nós  mesmos.

   Contudo  o perdão, é sentimento nobre, que abre nosso coração, pois é possuidor da chave de nossa saúde física e mental.

  No Evangelho, em Atos dos Apóstolos  (7:30) está escrito: “Deus  não  leva  em conta  os  tempos  da  ignorância”. 

  O  próprio  direito  penal  dos  homens  classifica  e penaliza os crimes dentro dos padrões  intencionais ou doloso, passional ou ocasional.

  Se assim age a justiça dos homens, por que pensar que o Poder Inteligente que nos rege, julgar-nos-á  sem  levar  em  conta  nosso  tempo  de  ignorância?

   Somos  muito  mais ignorantes do que maus, pois  se  não  fora  isto,  Jesus  ao expirar crucificado entre dois ladrões, não teria suplicado: “Pai perdoai, porque não sabem o que fazem” (Lc 23:34).

  Se  todos  tivéssemos  a  certeza  de  que  tudo  que  semeamos  tivéssemos forçosamente que colher, nossas faltas seriam menores, tão quanto nossos sofrimentos.

  Se  vivemos  num  planeta  de  dor,  de  provas  e  expiações  é  devido  à  nossa ignorância sobre as leis sábias e divinas que nos regem.

  Mudemos  nossas  vidas  e  tudo mudará  ao  nosso  redor.

   O  que  importa  é  nossa atitude sincera de arrependimento, de querer mudar de rumo, esquecendo nosso passado e seguindo à frente, rumo à nossa evolução.

  Tenhamos fé na misericórdia divina, e reafirmemos dentro de nosso íntimo: “eu perdôo, e me liberto de todo o meu passado sombrio”.

  A perfeição absoluta não é própria de um planeta de provas e expiações como o nosso, aliás, a exigência da perfeição é considerada uma das piores inimigas da criatura humana.

  Em Salmos (8:11), encontramos: “Tu és bom, Senhor, e perdoas”.

  A desestima a nós próprios, nasce quando não nos aceitamos como somos.

  Admitir e aceitar os outros como eles são, nos permite que eles nos admitem e nos aceitem como somos.

  É,  portanto,  na  prática  e  no  esforço  do  perdão  para  nossos  inimigos  é  que estamos rogando o perdão para nós mesmos.

   LIVRO SÂNDALO DE SERGITO S. CAVALCANTI

    Texto: Andrea Fragas


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